“Confia em teu sentimento!” — Mas sentimentos não são nada de último, originário; por trás dos sentimentos há juízos e estimativas de valor, que nos foram legados na forma de sentimentos (propensões, aversões). A inspiração que provém do sentimento é o neto de um juízo — e muitas vezes de um juízo falso! — e, em todo caso, não de teu próprio juízo! Confiar em seu sentimento — isto significa obedecer mais ao seu avô e à sua avó e aos avós deles do que aos deuses que estão em nós: nossa razão e nossa experiência.
(Friedrich Nietzsche)
* Retirado do blog: http://amadeudeprado.wordpress.com/
